terça-feira, 9 de janeiro de 2007
a moda
Os socialistas irão apostar também na informação sobre o quadro legislativo europeu, em grandes nações católicas, como a França, a Espanha e a ltália. Pretende-se fazer passar a ideia de que Portugal, ao despenalizar, caminhará, no quadro europeu, para uma situação de normalidade.
Conclusões disto... Se D. João I ou o Infante D. Henrique ficassem a aguardar que a Europa desse o exemplo, teriamos descoberto, provavelmente, um Brasil colonizado e um sul da Africa civilizado. Portugal, nesses longíquos anos, soube estar à frente, ser independente, ter visão de futuro e lutou para ser grande e diferente dos outros! Hoje em dia, com certos e determinados governos ou ditaduras, isto parou tudo no tempo. Querem imitar e copiar. Ou seja, onde está Portugal? Seremos uma mistura de leis de outros países? Seremos realmente portugueses independentes e orgulhosos de tudo, não só do futebol (onde também já é preciso importar coisas de fora, pelos vistos)... PARA SERMOS NORMAIS TEMOS DE ACEITAR O ABORTO?
Sejamos diferentes, ANORMAIS então! Quando a Europa reparar que o aborto foi um erro, Portugal pode dizer eu não te aceitei, aborto. Agora estou à frente na vida.
estava grávida...
Abortar é um crime, vou para a cadeia! É a solução que Eng. Sócrates me dá! Como? Telefonar? 800 20 80 90? Vou tentar... Enfim, tenho solução! Deram-me os parabéns e vão ajudar-me! Poderei ser Mãe!!!
O Canto e as Armas, de Vítor Costa
Realmente o Governo e os apoiantes do Sim dão a ideia que a única saída para uma gravidez indesejada é o aborto. Não falam que existem dezenas de outras hipóteses. É pena. A paixão pela vida, com amor, desapareceu ou está a desaparecer rapidamente.
segunda-feira, 8 de janeiro de 2007
uma inspiração
A questão não é exactamente as mães que ficam com depressões. É antes as vidas que desaparecem de forma tão cruel e injusta. Sem oportunidade de vir cá fora e tornarem-se em grandes artistas, cientistas, poetas, arrumadores de carros ou sem abrigo. Ou sem a possibilidade, quem sabe, de alterar a vida triste da mãe.
Eu também sou contra o aborto actualmente legal em Portugal. Sou contra que se matem fetos com problemas. Os médicos também erram. Conheço 5 casos em que os médicos aconselharam o aborto (o legalizado) mas as mães foram corajosas e resistiram às pressões. E os bebés nasceram saudáveis... E quantas mães morreram ao dar à luz, num belo acto de amor? O problema das sociedades de hoje é mesmo este: O que é o amor? O que é a vida? Não há tempo para reflectir. Vale a pena viver e andar só pra frente. Matar tudo e todos (no bom e no mau sentido) para alcançar as metas pessoais. Subir na carreira. Ser um Sr. Dr.. O resto (família, filhos, amor, amigos) vem depois. Por isso não me estranha as pessoas desejarem os abortos, eutanásias e tantas outras coisas, para simplificar a vida (ah, e defendam tanto os animais, coitadinhos...). Isto tudo é normal quando os valores básicos da vida, da humanidade, já não existem. E isto tende a piorar ano após ano. Este 2007 ainda mal começou...
Todos os que votarem sim no próximo referendo, estarão a assinar com um X a responsabilidade perante tudo o que acontecer neste pequeno país. Pequeno em amor. Pequeno em verdadeira solidariedade. Pequeno em humanismo. Pequeno em tudo que até tenho vergonha de pertencer a um país destes. Conheço algumas tribos do interior de África que respeitam mais o ser humano, a vida... Mesmo que o aborto venha a tornar-se no método contraceptivo da moda, mesmo que as clínicas privadas enriqueçam, vou estar do lado das mulheres que, em situação de desespero ou pressão, pensem no aborto legal ou ilegal como solução rápida e eficaz. Cada um é responsável pelos seus actos, e até por aquilo que devia fazer e não fez. E fico por aqui. Por agora. Até nova inspiração.
domingo, 7 de janeiro de 2007
factos em filme
Em 2002, 2347 crianças americanas morreram em acidentes de aviação;
Em 2002, 32867 crianças americanas morreram de doença;
Em 2002, 1310000 crianças americanas morreram vítimas do aborto.
1.3 MILHÕES
Dia após dia. Semana após semana. Ano após ano. Crianças inocentes são silenciosamente destruídas em clínicas esterizadadas.
Ninguém parece preocupar-se!
Aqui começa a APATIA, fruto da santa ignorância.
Aqui começa a RESPONSABILIDADE, que nasce do conhecimento dos factos."
Quem vota sim tem de ver o que realmente acontece.
Não é apenas votar sim. É saber o que acontece depois. E assumir as responsabilidades do que acontecerá a seguir. Quem votar sim, vai autorizar a morte de milhares de crianças. Quem votar sim vai pedir ao Governo "queremos a morte em Portugal, mas sem armas de fogo ou nucleares".
É isto que o aborto oferece às crianças por nascer. Vejam, srs. corajosos que dão o SIM à morte:
(o texto entre as aspas e o filme, são excertos do filme Escolhe a Vida lançado pelo grupo Vidas com Vida - disponibilizamos o filme inteiro a quem o pedir)
após o aborto...
Sintomas do trauma pós-aborto, para as mulheres que ainda têm um coração de carne:
- crises de choro
- depressão
- culpa
- incapacidade de se auto perdoar
- desgosto interno
- tristeza
- revolta/raiva
- problemas sexuais
- desordens alimentares
- redução da auto-estima
- abusa de drogas e/ou álcool
- pesadelos e distúrbios do sono
- comportamentos suicidas
- dificuldades nos relacionamentos
- ataques de pânico e ansiedade
- flashback - reviver involuntariamente a experiência de estar a fazer um aborto
- abortos repetidos
- padrão de reincidências em gravidezes não planeadas
- mal-estar na presença de bebés ou mulheres grávidas
- medo perante a gravidez
THERESA BURGE, DAVID REARDON - Forbidden Grief: The Unspoken Pain of Abortion
o aborto em Portugal
- Até aos 9 meses em caso de perigo de morte;
- Até aos 6 meses (24 semanas) no caso de deficiência do feto;
- Até às 16 semanas no caso de violação
- Até às 12 semanas por razões de saúde da mulher.
Mais um motivo para não perceber porque querem legalizar o aborto até às 10 semanas...
Se há abortos cladestinos é porque as mulheres não sabem que o aborto é legal em Portugal.
Se os motivos forem problemas económicos, penso que existem muitas instituições que acolhem as crianças. Além disso, não estarão estas mães a serem egoistas? Elas já sabem que o mundo pode ser duro. Mas, pronto. Deixem o novo ser ter a sua oportunidade.
Se os motivos forem gravidezes indesejadas... Huum e tal, já existem preservativos há alguns anitos... ou abstinência sexual.
Se é o medo dos tribunais... a Justiça em Portugal não tem dado muito valor a problemas de aborto (li isto num jornal há poucos dias).
Afinal, o que querem os senhores que se gabam que vão votar sim? Terem todo o poder sobre o seio materno? Controlar a vida? Ou há outros intere$$e$ atrás disto tudo?
Tenho dito.
excertos do DN
Margarida Neto, da Plataforma Não Obrigada, falou e disse:
"Em concreto, serão proporcionados "negócios chorudos" com clínicas privadas, agravando-se simultaneamente as contas do Serviço Nacional de Saúde."
"Secundariza-se a promoção da maternidade, banaliza-se e é facilitado o aborto, acto médico prioritário em detrimento de intervenções cirúrgicas urgentes."
"o aborto há já alguns anos que não é passível de penalização." [Ou seja, o SIM, na sua pré-campanha, pede o "fim da humilhação". Mas ela já não existe. Não vai uma mulher ao tribunal há já muito tempo]
Outra pessoa disse que os apoiantes do Não têm dado apoio a várias mulheres (7830) ao longo dos últimos anos. E os do Sim? Nada...
Ana Ramalheira diz "o futuro colectivo está em causa."
Este assunto está aprofundado no Diário de Notícias de hoje...
algo está mal
Infelizmente, este país, à beira mar plantado, nos últimos anos tem-se preocupado em copiar o que é feito na Europa. E então, para tentar estar ao mesmo nível dos senhores-todo-poderosos da UE, decide também que o aborto é fixe e que deve existir, de forma legal. Pois, acho muito bem. É sempre bom estarmos ao mesmo nível deles, inclusive quando o assunto é matar.
Sugiro até a pena de morte. Sim, sei que na UE ela não existe. Mas a poderosa e avançada potência dos EUA tem legalizada a pena de morte. Provavelmente a UE, concorrente dos EUA, mais cedo ou mais tarde vai adoptar isso. Seria um grande passo se já a tivessemos. Estariamos à frente da UE...
Bem, voltando ao grandioso tema do aborto...
Acho fantástico que todo o Portugal se preocupe com uma Vanessa, uma Sara e uma Joana e não queira saber da Maria que não chegou a ser Maria, da Mónica que não chegou a ser Mónica, do Sebastião que nunca chegou a ser Sebastião e de tantos outros que nunca chegaram a ver a luz do Sol.
A Vanessa, a Sara e a Joana conheceram o Sol. Conheceram a maldade dos homens. Puderam sentir, pelo menos uma vez na vida, um beijo da mãe que, provavelmente, até chorou de alegria ao conhece-las. A Maria, a Mónica, o Sebastião e os outros nunca tiveram essa oportunidade. Nem as mães deles. Talvez por isso essas mães façam parte das altas percentagens de mulheres que entraram em depressão (40%), podendo mesmo chegar ao suicidio (sete vezes superior).
A Maria, a Mónica, o Sebastião e tantos outros confiavam no abrigo do seio materno. Enganaram-se. A barriga de aluguer que escolheram para viverem 9 meses pertencia a uma assassina.
Também acho fantástico que todos falem da crise, da falta de dinheiro. Pronto, daí o aborto até é uma coisa fixe. Serão menos bocas a serem alimentadas. Ou menos prendas compradas para oferecer no Natal. Boa! Afinal o aborto tem o seu lado positivo. Pois tem! Vote sim! Pela sua economia. Criar uma criança é mais caro que abortar...
E acho mesmo fantástico saber, pela boca do Ministro da Saúde, que os abortos (ou interrupção voluntária da gravidez, que cheira menos a homicidio) venham a ser realizados na sua maioria em clinicas privadas. Huum... parece-me que alguém vai encher os bolsos às custas do Sim do Zé Povinho e dos seus impostos.
Mas mesmo fantástico é saber que não vai haver anonimato a quem abortar. Ou seja, vamos saber que a vizinha do andar de cima é assassina. Que a vizinha do lado também é assassina e é, por isso, que se vai divorciar, em breve. E vamos todos saber que a Dona Rosa é uma cobarde por ter abortado porque a sua família o exigiu!
Fantástico também é saber que o nosso país está envelhecido. Se o sim ganhar vão haver centenas de abortos. Logo, vamos ser ainda mais velhos, no futuro a medio prazo! E, todos sabem, os velhos têm altos custos para se manterem (medicamentos, médicos, reformas(?)).
E ainda há uma questão... quem vai tratar deles? As crianças que nunca chegaram a nascer?
Realmente isto está muito mau.
Matem! Matem! Mas só quem não se pode defender.
Isto só prova que a podridão chegou a Portugal. Tarde, mas chegou. A UE, mais uma vez, já estava à frente.
Daqui a pouco tempo ninguém saberá o que é uma família. Ou um bebé. Ou um preservativo.
O aborto será o melhor método contraceptivo! Por isso voto sim!
E digo mais! O aborto devia ser até aos 9 meses! Por favor, pensem nisso!
Com 10 semanas não sei se terei condições financeiras para os primeiros tempos da criança. Pelos 9 meses saberei. Se estiver mal de finanças mato a coisa que está cá dentro a dar tantas dores... E esta, hein?
10 breves motivos para o não
O aborto é contra a mulher.
O aborto é contra o homem.
O aborto é contra a criança.
O aborto é contra a família.
O aborto é contra a consciência.
O aborto é contra a dignidade humana.
O aborto é contra o direito à diferença.
O aborto é contra a ética.
O aborto é contra Deus.
por Dr. Jorge Cruz, médico
