O médico aconselhou o aborto... afinal a criança tinha uma deficiência, não é? A mãe não quis abortar. E agora a pequena miúda de 12 anos é tenista... e se a mãe tivesse abortado? domingo, 28 de janeiro de 2007
Video Globo
O médico aconselhou o aborto... afinal a criança tinha uma deficiência, não é? A mãe não quis abortar. E agora a pequena miúda de 12 anos é tenista... e se a mãe tivesse abortado? cai neve branca

Há 364 dias caia neve em Lisboa, hoje o cenário repete-se. Esperemos que as pessoas fiquem brancas como a neve e fecham que a cor do aborto é o preto, o luto.
Um dia perceberão.
sábado, 27 de janeiro de 2007
referendo na net II
Ou seja, o blog está a fazer má campanha contra a vida...
referendo na net
eu amo Portugal
Música pela Vida
A Vida é sempre já
Porque a vida é Vida
No primeiro momento,
Cada instante é tempo
Para se acompanhar.
Porque quem começa
Tem direito a continuar,
Que se aceite e recomece
e nunca recusar.
Refrão:
És tu, sou eu
Vivemos e sentimos
És tu, sou eu
De facto, existimos
a Vida é sempre já!...
Porque a Vida na vida
Jamais pode parar,
Porque o amor resolve
Tudo o que se tem a dar,
Que não seja indiferente
Com aquele que se sente
Lá no fundo, um olhar
Que no mundo há-de amar.
Refrão:
És tu, sou eu
Desde aquele instante
És tu, sou eu
Aquele que garante:
a Vida é sempre já!...
quinta-feira, 25 de janeiro de 2007
gays
Pensei duas vezes antes de criar este post, mas vai ser interessante ver os comentários que vou receber, os insultos e as ameaças de morte.os do sim

«Salvem-nos dos
Imbecis
Moralistas»
by José Mário Silva in Sim no Referendo
preocupado

segunda-feira, 22 de janeiro de 2007
contra-ataque
domingo, 21 de janeiro de 2007
e na França

eu voto sim
Quero sexo livre e sem preocupações de virem coisas desagradáveis a seguir.
Voto sim porque o preservativo incomoda.
Voto sim porque não tenho doenças sexuais e não quero filhos. Os filhos custam dinheiro e ficava mal ser pai tão novo. E a minha namorada ainda perdia o emprego.
Voto sim porque o sexo é bom.
Voto sim porque não me interessam os outros. Apenas o prazer do sexo.
Voto sim porque está na moda.
Viva o sexo. Vivam os abortos.
isto não é o meu pensagem, ok? É o pensamento secreto dos que vão votar sim...
sábado, 20 de janeiro de 2007
cartaz
E volto a dar o exemplo da Espanha:Abortos legais em 2004: 84.985
Abortos legais em 2005: 91.664
Números não oficiais de 2006 apontam para mais de 100.000.
confirma: http://www.unidosporlavida.org
sexta-feira, 19 de janeiro de 2007
no meu tempo...

Protecção dos animais

Sabias que espécies como a cegonha branca estão protegidas por lei? E que foi condenada a 80 dias de prisão, substituídos por uma multa, uma pessoa que destruiu uns ninhos destas aves, onde se encontravam 23 ovos? in http://bloguedonao.blogspot.com
E, por que não, esta: Concorda com a despenalização da interrupção voluntária da gravidez, se realizada, por opção da mulher, nas primeiras dez semanas, em estabelecimento de saúde legalmente autorizado, mantendo-se a lei de protecção dos ovos da cegonha, em qualquer fase da sua gestação?
vamos mudar a lei!

quinta-feira, 18 de janeiro de 2007
reparações

Quem ganha com a despenalização do aborto é o companheiro que engravidou a mulher e a família ou a sociedade que ficaram envergonhadas (...) Ficam a ganhar, porque em vez de duas testemunhas da sua irresponsabilidade, não terão nenhuma (...) O companheiro, a família e a sociedade, nunca mais se lembrarão do assunto! Miguel Pires in Metro
(...) resolve o problema dos profissionais de saúde que se dedicavam ao aborto clandestino e o poderão passar a fazê-lo legalmente. J. Miguel Pires in Destak
(...) antigamente as mulheres tinham 11 ou 12 filhos ou mais, em piores condições e tinham-nos (...) Pensemos antes e não depois, e caso haja um "acidente de percurso" respeitem a vida e procurem associações de ajuda (...) Vanessa P. in Destak
(...) Se a mulher não quer ter o filho (quem diz mulher diz homem), não deve andar A FORNICAR COM QUALQUER UM QUE APARECE A FRENTE (o mesmo se aplica aos homens)...se não querem o filho não façam.... cbarros in Destak
(...) uma oportunidade para os adolescentes praticarem relações sexuais muito cedo e sem medo, e além do mais, é tirar a vida a uma pessoa e é crime. (...) ha muitas maneiras de prevenir a gravidez,como a camisa de venus,pilulas (...) daki a pouco tiro um curso de enfirmagem e começo a fazer aborto na minha casa para as pessoas conhecidas e cobrar dinheiro,que acham? Pedro António in Destak
O interessante seria apresentar as soluções. O que se segue depois de a lei ser aprovada. (...) Os hospitais estão preparados para resolver esse assunto? Ou passaria a ser como em Espanha? Nas clínicas privadas a custo de 500 a 600€? Ou eram criados nos centros de saúde e hospitais, gabinetes de apoio e aconselhamento? Há quartos suficientes nos hospitais para acolher uma mulher que pretende interromper uma gravidez não desejada? Sim, porque a ideia não é certamente fazer o aborto e ir para casa feliz e contente.Após a legalização o nº de interrupções diminuiria? Ou o objectivo é somente não condenar quem o faz? Marina in Destak
ser mal educado

Peço desculpa. Vou ter de ser bastante mal educado neste post, para me fazer entender e demonstrar a minha raiva. Estou simplesmente farto das tretas que certos filhos da mãe dizem!
Se calhar os mesmo que dizem que o diálogo é importante e mais umas tretas. Vão todos para o raio que o parta. É tudo mentira!
Certos palhaços dizem que o aborto tem de ser legalizado e que isso não faz o número de abortos aumentar...
Então a minha estupidez é tanta que estou a interpretar mal o que estes gajos dizem.
Abortos legais em Espanha em 1995 (incluindo os abortos realizados fora de Espanha), depois da revisão da lei de aborto, que permite alegar “saúde mental” da mulher: 49.367Abortos legais em Espanha em 2004: 84.985
Abortos legais em Espanha em 2005: 91.664
Números não oficiais de 2006 apontam para mais de 100.000.
Fico-me por aqui. Se houver necessidade volto a ser mal educado. Nem que seja para chamar de mentirosos certos e determinados políticos que andam por ai a dar número$ falsos e a enganar o Zé Povinho. Mais uma vez.
Desta vez para dar a morte a crianças.
fonte dos números: http://www.letrascomgarfos.net/blog/ e http://www.unidosporlavida.org
Mentiras do Ministro

quarta-feira, 17 de janeiro de 2007
Destak aborto
S. Falcão in Destak
terça-feira, 16 de janeiro de 2007
why aborto?
Digo "não" porque existem várias formas de impedir uma gravidez indesejada. E a maioria destes métodos contraceptivos são conhecidos.
Agora, se um homem e uma mulher têm relações sem protecção, das três uma. Ou pretendem ter prazer máximo, ou querem um filho ou estão embriagados.(se fosse violação a lei já permite o aborto).
Então, para quê referendar isto? Decidir abortar só porque não se tomaram precauções? Ou porque não se pode estar grávida no emprego? Ou porque o "apetite" de ter um filho mudou?Que raio é isto?
Matar... só a pensar em si própria. Mulheres... vocês têm dentro de vós o espirito materno... O aborto custa... não sofram por isso...Evitem-no...
segunda-feira, 15 de janeiro de 2007
Vitorino
Há pouco ouvi o nosso amigo Vitorino (hein? que forma carinhosa de chamar este homem...) na RTP1 nas Notas Soltas.a ajuda do Estado
Manuel Silva in Metro
sábado, 13 de janeiro de 2007
rápido e directo
o "não" falhou
quinta-feira, 11 de janeiro de 2007
dr. Bagão Félix
Na minha opinião, é pelo menos de uma coincidência infeliz retirar da lei-quadro da Segurança Social os CAV [Centro de Apoio à Vida] no período que antecede mais um referendo sobre a liberalização do aborto. (...)
Fecham-se maternidades, licencia-se e paga-se o florescente negócio das clínicas de aborto, “abortam-se” Centros de Apoio à Vida. Importamos abortos para Lisboa e exportamos nascimentos para Badajoz! Onde vai isto parar?
Sim para acabar com a prisão
Nos últimos nove anos nenhuma mulher foi presa por ter feito um aborto. Esta foi a resposta enviada ontem pelo ministro da Justiça, Alberto Costa, ao movimento Independentes pelo Não, que esta semana criticou o cartaz do PS que colocava a questão: "Abstenção para manter a prisão?" Apesar de nenhuma mulher ter sido presa, segundo o Ministério da Justiça (MJ), nove tiveram a pena de prisão suspensa ou substituída por multa. Os últimos três casos registaram-se em 2001. No total, desde 1997, foram constituídas arguidas 3 7 mulheres e condenadas 17. 0 MJ sublinha, no entanto, que os dados de 2005 e 2006 não estão disponíveis.terça-feira, 9 de janeiro de 2007
a moda
Os socialistas irão apostar também na informação sobre o quadro legislativo europeu, em grandes nações católicas, como a França, a Espanha e a ltália. Pretende-se fazer passar a ideia de que Portugal, ao despenalizar, caminhará, no quadro europeu, para uma situação de normalidade.
Conclusões disto... Se D. João I ou o Infante D. Henrique ficassem a aguardar que a Europa desse o exemplo, teriamos descoberto, provavelmente, um Brasil colonizado e um sul da Africa civilizado. Portugal, nesses longíquos anos, soube estar à frente, ser independente, ter visão de futuro e lutou para ser grande e diferente dos outros! Hoje em dia, com certos e determinados governos ou ditaduras, isto parou tudo no tempo. Querem imitar e copiar. Ou seja, onde está Portugal? Seremos uma mistura de leis de outros países? Seremos realmente portugueses independentes e orgulhosos de tudo, não só do futebol (onde também já é preciso importar coisas de fora, pelos vistos)... PARA SERMOS NORMAIS TEMOS DE ACEITAR O ABORTO?
Sejamos diferentes, ANORMAIS então! Quando a Europa reparar que o aborto foi um erro, Portugal pode dizer eu não te aceitei, aborto. Agora estou à frente na vida.
estava grávida...
Abortar é um crime, vou para a cadeia! É a solução que Eng. Sócrates me dá! Como? Telefonar? 800 20 80 90? Vou tentar... Enfim, tenho solução! Deram-me os parabéns e vão ajudar-me! Poderei ser Mãe!!!
O Canto e as Armas, de Vítor Costa
Realmente o Governo e os apoiantes do Sim dão a ideia que a única saída para uma gravidez indesejada é o aborto. Não falam que existem dezenas de outras hipóteses. É pena. A paixão pela vida, com amor, desapareceu ou está a desaparecer rapidamente.
segunda-feira, 8 de janeiro de 2007
uma inspiração
A questão não é exactamente as mães que ficam com depressões. É antes as vidas que desaparecem de forma tão cruel e injusta. Sem oportunidade de vir cá fora e tornarem-se em grandes artistas, cientistas, poetas, arrumadores de carros ou sem abrigo. Ou sem a possibilidade, quem sabe, de alterar a vida triste da mãe.
Eu também sou contra o aborto actualmente legal em Portugal. Sou contra que se matem fetos com problemas. Os médicos também erram. Conheço 5 casos em que os médicos aconselharam o aborto (o legalizado) mas as mães foram corajosas e resistiram às pressões. E os bebés nasceram saudáveis... E quantas mães morreram ao dar à luz, num belo acto de amor? O problema das sociedades de hoje é mesmo este: O que é o amor? O que é a vida? Não há tempo para reflectir. Vale a pena viver e andar só pra frente. Matar tudo e todos (no bom e no mau sentido) para alcançar as metas pessoais. Subir na carreira. Ser um Sr. Dr.. O resto (família, filhos, amor, amigos) vem depois. Por isso não me estranha as pessoas desejarem os abortos, eutanásias e tantas outras coisas, para simplificar a vida (ah, e defendam tanto os animais, coitadinhos...). Isto tudo é normal quando os valores básicos da vida, da humanidade, já não existem. E isto tende a piorar ano após ano. Este 2007 ainda mal começou...
Todos os que votarem sim no próximo referendo, estarão a assinar com um X a responsabilidade perante tudo o que acontecer neste pequeno país. Pequeno em amor. Pequeno em verdadeira solidariedade. Pequeno em humanismo. Pequeno em tudo que até tenho vergonha de pertencer a um país destes. Conheço algumas tribos do interior de África que respeitam mais o ser humano, a vida... Mesmo que o aborto venha a tornar-se no método contraceptivo da moda, mesmo que as clínicas privadas enriqueçam, vou estar do lado das mulheres que, em situação de desespero ou pressão, pensem no aborto legal ou ilegal como solução rápida e eficaz. Cada um é responsável pelos seus actos, e até por aquilo que devia fazer e não fez. E fico por aqui. Por agora. Até nova inspiração.
domingo, 7 de janeiro de 2007
factos em filme
Em 2002, 2347 crianças americanas morreram em acidentes de aviação;
Em 2002, 32867 crianças americanas morreram de doença;
Em 2002, 1310000 crianças americanas morreram vítimas do aborto.
1.3 MILHÕES
Dia após dia. Semana após semana. Ano após ano. Crianças inocentes são silenciosamente destruídas em clínicas esterizadadas.
Ninguém parece preocupar-se!
Aqui começa a APATIA, fruto da santa ignorância.
Aqui começa a RESPONSABILIDADE, que nasce do conhecimento dos factos."
Quem vota sim tem de ver o que realmente acontece.
Não é apenas votar sim. É saber o que acontece depois. E assumir as responsabilidades do que acontecerá a seguir. Quem votar sim, vai autorizar a morte de milhares de crianças. Quem votar sim vai pedir ao Governo "queremos a morte em Portugal, mas sem armas de fogo ou nucleares".
É isto que o aborto oferece às crianças por nascer. Vejam, srs. corajosos que dão o SIM à morte:
(o texto entre as aspas e o filme, são excertos do filme Escolhe a Vida lançado pelo grupo Vidas com Vida - disponibilizamos o filme inteiro a quem o pedir)
após o aborto...
Sintomas do trauma pós-aborto, para as mulheres que ainda têm um coração de carne:
- crises de choro
- depressão
- culpa
- incapacidade de se auto perdoar
- desgosto interno
- tristeza
- revolta/raiva
- problemas sexuais
- desordens alimentares
- redução da auto-estima
- abusa de drogas e/ou álcool
- pesadelos e distúrbios do sono
- comportamentos suicidas
- dificuldades nos relacionamentos
- ataques de pânico e ansiedade
- flashback - reviver involuntariamente a experiência de estar a fazer um aborto
- abortos repetidos
- padrão de reincidências em gravidezes não planeadas
- mal-estar na presença de bebés ou mulheres grávidas
- medo perante a gravidez
THERESA BURGE, DAVID REARDON - Forbidden Grief: The Unspoken Pain of Abortion
o aborto em Portugal
- Até aos 9 meses em caso de perigo de morte;
- Até aos 6 meses (24 semanas) no caso de deficiência do feto;
- Até às 16 semanas no caso de violação
- Até às 12 semanas por razões de saúde da mulher.
Mais um motivo para não perceber porque querem legalizar o aborto até às 10 semanas...
Se há abortos cladestinos é porque as mulheres não sabem que o aborto é legal em Portugal.
Se os motivos forem problemas económicos, penso que existem muitas instituições que acolhem as crianças. Além disso, não estarão estas mães a serem egoistas? Elas já sabem que o mundo pode ser duro. Mas, pronto. Deixem o novo ser ter a sua oportunidade.
Se os motivos forem gravidezes indesejadas... Huum e tal, já existem preservativos há alguns anitos... ou abstinência sexual.
Se é o medo dos tribunais... a Justiça em Portugal não tem dado muito valor a problemas de aborto (li isto num jornal há poucos dias).
Afinal, o que querem os senhores que se gabam que vão votar sim? Terem todo o poder sobre o seio materno? Controlar a vida? Ou há outros intere$$e$ atrás disto tudo?
Tenho dito.
excertos do DN
Margarida Neto, da Plataforma Não Obrigada, falou e disse:
"Em concreto, serão proporcionados "negócios chorudos" com clínicas privadas, agravando-se simultaneamente as contas do Serviço Nacional de Saúde."
"Secundariza-se a promoção da maternidade, banaliza-se e é facilitado o aborto, acto médico prioritário em detrimento de intervenções cirúrgicas urgentes."
"o aborto há já alguns anos que não é passível de penalização." [Ou seja, o SIM, na sua pré-campanha, pede o "fim da humilhação". Mas ela já não existe. Não vai uma mulher ao tribunal há já muito tempo]
Outra pessoa disse que os apoiantes do Não têm dado apoio a várias mulheres (7830) ao longo dos últimos anos. E os do Sim? Nada...
Ana Ramalheira diz "o futuro colectivo está em causa."
Este assunto está aprofundado no Diário de Notícias de hoje...


